De prefeito a governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PL) construiu uma trajetória política diretamente ligada aos municípios. Agora, candidato ao Senado, ele chega à reta final da campanha afirmando ter o apoio dos prefeitos dos 79 municípios e de mais de 800 dos 842 vereadores do Estado.
Em entrevista exclusiva ao O Contribuinte, nesta segunda-feira (14), Reinaldo atribuiu essa força política à relação construída com as cidades ao longo de sua trajetória.
Reinaldo foi prefeito de Maracaju por dois mandatos, presidiu a Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), foi deputado estadual, deputado federal e governador de Mato Grosso do Sul por dois mandatos.
Ao falar sobre os oito anos à frente do Governo do Estado, ele destacou que sua atuação não ficou concentrada apenas nas maiores cidades, como Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá e Ponta Porã.
“Quando eu fui governador, eu aproximei o governo dos municípios, não importa o tamanho”, afirmou.
Reinaldo citou municípios menores, como Tacuru, Figueirão, Japorã e Alcinópolis, para defender que a presença do Estado chegou também ao interior. “A gente levou o governo lá para dentro, ouviu as lideranças e fez política pública”, disse.
Segundo o candidato, é essa relação que ajuda a explicar o apoio que recebe atualmente. Reinaldo afirma contar com os 79 prefeitos e prefeitas e mais de 800 vereadores em sua candidatura ao Senado.
Agora, ele promete repetir em Brasília o modelo municipalista que atribui à sua passagem pelo Governo do Estado, com diálogo com as lideranças locais e direcionamento de emendas e recursos federais aos municípios, inclusive os menores.
“Como eu fui o governador mais municipalista, eu vou ser um senador municipalista. Ouvir os municípios, levar os recursos para as cidades”, declarou.
Na disputa pelo Senado, Reinaldo aposta, portanto, em uma base construída justamente onde começou sua trajetória política: nos municípios de Mato Grosso do Sul.